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Plano de banda larga propõe volta da Telebrás, estatal das comunicações PDF Imprimir E-mail
Agência DIAP
Dom, 07 de Fevereiro de 2010 09:23

A minuta de decreto presidencial com as regras para a criação do Plano Nacional de Banda Larga, em discussão no governo, prevê a reativação da Telebrás e papel de destaque da estatal na prestação dos serviços.

De acordo com o texto obtido pela Agência Estado, a Telebrás atuaria tanto no atacado, fornecendo capacidade de transmissão de dados a outras empresas, quanto no varejo, ofertando serviços de internet rápida ao consumidor final.

A minuta é uma das propostas que estão sendo discutidas no governo e ainda poderá sofrer mudanças até a reunião marcada para a próxima quarta-feira (10) entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros envolvidos na discussão.

Se for confirmado o texto do decreto que circula na Esplanada dos Ministérios, será a volta do Governo ao setor de telecomunicações, restituindo parte dos poderes da Telebrás, extintos em 1998 com a privatização.

A estatal, de acordo com a minuta, vai operar em municípios onde ainda não há oferta de serviços de banda larga ou onde o preço médio de mercado for 50% mais alto que o valor médio cobrado na capital de estado mais próxima.

Os defensores da presença do Estado na banda larga argumentam que o principal objetivo é forçar a queda do preço dos serviços.

A tendência estatizante da proposta de decreto se contrapõe ao plano de expansão da banda larga apresentado pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, que prevê uma parceria com as empresas privadas e não menciona a Telebrás.

A meta do ministério é ter 90 milhões de acessos à banda larga em 2014, o que exigiria investimentos de R$ 75 bilhões.

A minuta de decreto, por sua vez, não relaciona metas de acessos à banda larga nem o volume de recursos e fontes de financiamento.

Diz apenas que caberá ao Comitê Gestor do Programa de Inclusão Digital, vinculado à Presidência da República, fixar as ações do plano de banda larga e acompanhar a sua implantação.

A falta de detalhes sobre as metas no decreto já vem gerando críticas dentro do próprio governo. Alguns técnicos afirmam que é preciso trabalhar melhor o texto para dizer onde e de que forma será feita a massificação da banda larga.

"O decreto cria o plano, mas não diz qual é o plano. Parece que está sendo editado só para ativar a Telebrás", disse uma fonte do Executivo.

Revitalizada, a Telebrás teria a finalidade de prestação direta dos serviços de telecomunicações, com a possibilidade até de criar subsidiárias. O texto, no entanto, se restringe à banda larga e não trata de outros serviços.

A estatal também seria responsável pela implantação da intranet do governo federal e pelo atendimento a pontos públicos, como universidades, centros de pesquisas, escolas e hospitais. (Fonte: O Estado de S.Paulo)

Comentários (2)
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escrito por SILVIO ROBERTO, maio 22, 2010
A CONCORRÊNCIA DA BANDA LARGA EM JUAZEIRO DO NORTE-CE É PRESTADA COM QUALIDADE PRECÁRIA E COBRADA MUITO CARO NO BOLSO DO CIDADÃO, ESPERO QUE ESTATAL TELEBRÁS ATUE NO MERCADO E MOSTRE QUALIDADE NO SERVIÇO COM PREÇOS AQUICISIVÉL PARA O CONSUMIDOR DE BAIXA RENDA.
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escrito por SILVIO ROBERTO, maio 22, 2010
PARABÉNS POR ESSA ATITUDE, QUE VEM INTRODUZIR EM BENEFÍCIO PARA SOCIEDADE, PROVAVELMENTE FACILITANDO OS CUSTO PARA AS PESSOAS QUE PAGAM VALORES ALTÍSSIMOS PELO USO DA INTERNET DE EMPRESA PRIVADA.

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