A propósito, a ação do DEM no Supremo só questiona o repasse do ministério às centrais. Não menciona o repasse feito às confederações patronais. Os patrões também recebem recursos "públicos", todos se calam diante do fato
"O Governo não pode ficar omisso, pois é uma exigência constitucional. Não teremos um consenso total, mas já teremos andado com o debate, que ficará em outro patamar", disse secretário de Recursos Humanos (SRH)